Escrevo teu nome no meu silêncio.
Teu nome é tudo, límpido sonho.
Meu silêncio o universo, um tom de cor
só meu, as vezes claro, as vezes gris.
Escrevo-te de várias formas, pinto-te
Num quadro só meu, que eu mesmo crio,
Imagino.
Escrevo-te no meu caderno, em alguma
canção aleatória, em algum sinal de imediato
em alguma esquina, um copo, um vicio, um
delírio insensato.
Escrevo-te na solidão do meu quarto,
Teu nome é tudo, límpido sonho.
Meu silêncio o universo, um tom de cor
só meu, as vezes claro, as vezes gris.
Escrevo-te de várias formas, pinto-te
Num quadro só meu, que eu mesmo crio,
Imagino.
Escrevo-te no meu caderno, em alguma
canção aleatória, em algum sinal de imediato
em alguma esquina, um copo, um vicio, um
delírio insensato.
Escrevo-te na solidão do meu quarto,
numa taça
De vinho, num querer embriagado.
Escrevo-te, apenas escrevo-te em
De vinho, num querer embriagado.
Escrevo-te, apenas escrevo-te em
versos que por vezes não dizem nada
e por vezes denunciam meu pensamento.
Escrevo-te no frio da noite, no gelado do
dia. Escrevo-te nas minhas bobagens
dia. Escrevo-te nas minhas bobagens
mais sadias e nas minhas inseguranças,
minha covardia.
Meu nome é uma incógnita arredia,
Meu nome é uma incógnita arredia,
minha vida um vazio insistente e
meu silencio uma denuncia constante
desse amor bandido que trancou a porta
e não me deixa entrar;
Viviane Serrano

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAMIGA, lindo poema....você arrasa na escrita...acho que vou fazer também um blog!!!
ResponderExcluirbjs
Obrigada Neydinha!!! faça sim! é bom expor idéias. bjs
ResponderExcluirAh, teu nome, teu nome!
ResponderExcluirTeu nome me devora as entranhas
Teu nome me congela, me ferve.
Meu nome ja esqueci, perdi, ficou pra tras
Teu nome insiste, resiste, persiste.
Meu nome, agua, se infiltra, se esvai.
Teu nome, pedra, solido, mordaz.
Meu nome, rascunho, fumo que se vai.
Teu nome, abismo, fiorde que me atrai.
Luzia